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  • SEP | carência enfermeiros em Portugal

    Pressão continua: pedida reunião urgente ao Governo pela gravíssima carência de Enfermeiros

    À carência estrutural de enfermeiros acresce a não contratação de enfermeiros para substituição de outros que se ausentam, temporária ou definitivamente.
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Comunicados do SEP

  • Greve: conferências de imprensa no dia 22 de março

    No dia 22 de março, primeiro dia da greve nacional dos enfermeiros, irão decorrer várias […]
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  • Greve nacional dos enfermeiros a 22 e 23 de março

    O Ministério da Saúde não concretiza compromissos assumidos, não resolve atuais problemas, agravando-os, e cria […]
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  • Ministério da Saúde tem que dar resposta aos enfermeiros

    Sintetizamos neste artigo os 15 pontos aos quais o Ministério da Saúde tem que dar resposta […]
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  • Ministério da Saúde pretende empurrar os enfermeiros para formas de luta

    Ministério da Saúde não resolve e cria mais problemas. Protela o suplemento aos enfermeiros especialistas, […]
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Media

  • SIC: Adesão à greve dos enfermeiros chega aos 80%, garante sindicato

    O presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, José Carlos Martins, diz que cerca de 80% dos profissionais estão em greve, neste segundo dia de paralisação. Ainda que, nos hospitais, alguns serviços estejam a funcionar normalmente.

    23/03/2018
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  • TVI: Adesão à greve dos Enfermeiros varia entre os 70% e os 80%

    Sindicato anunciou ir pedir uma reunião com caráter de urgência aos ministros da Saúde e das Finanças.

    23/03/2018
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  • RTP: Enfermeiros. 70% sofrem de ansiedade e 20% de depressão grave

    Em média, sete em cada dez enfermeiros dizem sofrer de ansiedade e insónia. E nove em cada dez consideram mesmo ter uma disfunção social.

    Um estudo da Universidade Católica, que envolveu mais de 1.200 profissionais, revela que quase dois terços têm uma perceção negativa da própria saúde mental e que sofrem de uma doença física, pelo menos.

    Entre os que fazem turnos, 90 por cento dizem que não dormem o suficiente e 20 por cento assumem mesmo que enfrentam uma depressão grave.

    O estudo faz notar ainda que o cenário é pior entre os que exercem a profissão em hospitais.

    A Bastonária dos Enfermeiros sublinha que estes resultados vão de encontro ao levantamento feito há dois anos pela própria Ordem, e que apontava para um quinto dos profissionais em estado de exaustão.

    23/03/2018
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  • Jornal "i": José Carlos Martins, "Propaganda do ministério não se compagina com o que vivem os enfermeiros"

    Presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses explica os motivos por trás da greve de hoje e amanhã e aponta críticas a Centeno: "Finanças estão a olhar para os gastos na saúde como um custo".

    22/03/2018
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  • RTP: Greve dos enfermeiros. Cirurgias canceladas e horas de espera

    Em Lisboa a adesão à greve rondava, pelas 13h00 desta quinta-feira, os 86,6 por cento no Hospital de São José, o que provocou atrasos nos tratamentos. No Porto, 75 por cento dos profissionais aderiram à paralisação.

    Quatros horas de espera por um penso foram registadas no Hospital de São José, em Lisboa. No Hospital de Santa Maria, onde os blocos operatórios encerraram, e no Hospital Egas Moniz aderiram à paralisação 60 por cento dos profissionais de Saúde.

    Na Póvoa de Varzim e em Vila do Conde, a adesão é de cerca de 80 por cento; em Gaia e no porto fica-se pelos 60 por cento.

    Durante a tarde, um novo turno de enfermeiros poderá alterar os números da adesão.

    A norte, o pior são as cirurgias atrasadas. No Hospital de São João, apenas uma das 11 existentes estava a funcionar e o bloco de oftalmologia estava encerrado.

    22/03/2018
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  • TVI: Enfermeiros - adesão à greve entre 60 a 80%

    A adesão à greve dos enfermeiros situa-se nos 60 a 80%, existindo serviços totalmente paralisados, segundo fonte sindical.

    José Carlos Martins, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que promoveu esta greve de dois dias, disse aos jornalistas que as consultas, alguns blocos operatórios e outros serviços programados estão a ser os mais afetados pela paralisação.

    Sublinhando que existem hospitais com serviços “totalmente paralisados”, José Carlos Martins disse que este nível de adesão espelha bem o descontentamento da classe que está disposta a novas formas de luta caso o Governo não concretize as reivindicações apresentadas e que estiveram na origem deste protesto.

    Os enfermeiros iniciaram às 08:00 desta quinta-feira uma greve de dois dias pela “valorização e dignificação” destes profissionais, uma paralisação que ficou agendada apesar da marcação de um calendário de negociações com o Governo sobre as suas 15 reivindicações.

    Os objetivos desta greve prendem-se essencialmente com a valorização e dignificação dos enfermeiros, segundo o SEP.

    22/03/2018
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  • SIC: Enfermeiros em greve, sindicatos apontam para adesão de 60% a 80%

    Os enfermeiros iniciaram hoje uma greve de dois dias. Querem ver descongeladas as progressões na carreira, pedem a contratação de mais 1500 profissionais nos próximos meses e o pagamento das horas em dívida. Os primeiros dados dos sindicatos apontam para uma adesão entre 60% a 80%.

    22/03/2018
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  • RTP: SEP justifica greve pelo incumprimento, por parte do Governo, dos compromissos assumidos

    O Presidente Sindicato Enfermeiros Portugueses, José Carlos Martins disse, esta manhã, que as negociações estão a correr mal e justifica o recurso à greve pelo incumprimento, por parte do Governo, dos compromissos assumidos com os enfermeiros, em Outubro do ano passado. Salientou que a exaustão e a falta de enfermeiros pode colocar em risco os doentes.

    22/03/2018
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  • TVI: Greve de dois dias dos enfermeiros já começou

    Já começou, às 08:00 desta quinta-feira, a greve de dois dias dos enfermeiros pela “valorização e dignificação” da profissão. Realiza-se na mesma, apesar da marcação de um calendário de negociações com o Governo sobre as 15 reivindicações em causa.

    O SEP marcou a paralisação para reivindicar o descongelamento das progressões, com a contagem dos pontos justamente devidos a todos os enfermeiros, independentemente do tipo de contrato de trabalho.

    A contratação imediata de 500 enfermeiros e de mais 1.000 enfermeiros entre abril e maio é outra das reivindicações, assim como “a ocupação integral dos 774 postos de trabalho colocados a concurso” para as Administrações Regionais da Saúde (ARS).

    O SEP pretende ainda que seja efetuado “o pagamento do suplemento remuneratório para enfermeiros especialistas em março, com efeitos a janeiro/2018” e “o efetivo pagamento do trabalho extra/horas a mais em março e abril”.

    A obrigatoriedade do cumprimento da legislação sobre horários de trabalho, em todas as instituições e a manutenção da missão das Unidades de Cuidados na Comunidade (UCC) são outras das medidas que os enfermeiros pretendem ver concretizada.

    A 13 de março, o Ministério da Saúde assinou com os sindicatos dos enfermeiros um protocolo negocial para a revisão das carreiras de enfermagem.

    Apesar desta assinatura, o SEP decidiu manter a paralisação, pois as negociações com vista à revisão das carreiras é apenas “um dos 15 pontos que levaram à marcação da greve”, disse então o dirigente deste sindicato José Carlos Martins.

    22/03/2018
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  • RTP: Greve. Enfermeiros acusam tutela de falhar respostas

    Os enfermeiros vão fazer greve nos dias 22 e 23 de março. Em causa está a revisão da carreira e o pagamento de trabalho extraordinário.

    O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses queixa-se da falta de compromisso por parte do Governo.

    22/02/2018
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  • Expresso: Enfermeiros em greve nos dias 22 e 23 de março

    O protesto dos enfermeiros, esta manhã anunciado pelo dirigente do SEP, José Carlos Martins, visa protestar contra a não concretização dos compromissos assumidos pelo Ministério da Saúde, o qual acusa de não resolver os atuais problemas, de os agravar e de criar novos problemas.

    22/02/2018
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