10 Março, 2026
Concentração da Frente Comum dia 13 de março, em Lisboa
Os salários são cada vez mais curtos para tanto aumento do custo de vida. Juntamo-nos à Frente Comum nesta concentração.

CONCENTRAÇÃO | 11H00

DA PRAÇA DA FIGUEIRA PARA O MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

A Frente Comum, na reunião de janeiro e face às atualizações salariais impostas pelo Governo, requereu a imediata a abertura de negociações, exigindo:

  • O aumento intercalar de todos os salários;
  • A atribuição do vínculo de nomeação definitiva;
  • A valorização de todas as carreiras e profissões;
  • A revogação do SIADAP e a sua substituição por um sistema que valorize, realmente, os trabalhadores;
  • O reforço dos serviços públicos e das funções sociais do Estado.

No processo anual de negociação dos salários, a que o Governo está obrigado por lei, assistiu-se, mais uma vez, à imposição da atualização dos salários e não a um efetivo seu aumento.

Os trabalhadores da Administração Pública têm perdido poder de compra ao longo dos anos e, em 2026, esse continuaria a ser o cenário.

A esse cenário soma-se agora o aumento dos combustíveis, dos seus derivados e, em cadeia, de todos os produtos, incluindo os alimentares.

A perspetiva de aumento da inflação é real e, consequentemente, dos juros à habitação.

A instabilidade internacional que vivemos, decidida nas profundezas dos gabinetes dos “senhores da guerra” que o Governo português acompanha, demonstra bem que não estão preocupados com as consequências dos seus atos, para biliões de pessoas, incluindo os portugueses.

Exigir viver melhor em Portugal é, juntos, exigirmos que o Governo garanta, em Portugal, condições de vida dignas, aumentando de forma intercalar os nossos salários, e se sente à mesa das negociações para dar resposta às várias exigências da Frente Comum, inscritas na Proposta Reivindicativa Comum.  

Contamos também contigo nesta concentração, colega.