2 Junho, 2026
Problemas persistem na ULS Arrábida e enfermeiros voltam à luta!

Os enfermeiros apresentaram um conjunto de reivindicações na greve de 30 de setembro às quais o Conselho de Administração respondeu referindo que estava a diligenciar no sentido da sua resolução.

Entretanto corrigiu alguns incumprimentos que geravam grande prejuízo aos enfermeiros, caso de progressões devidas desde janeiro de 2025, ou seja, com um ano de atraso após a greve de 30 de setembro.

Contudo, deixou dívidas de milhares de euros por pagar, nomeadamente no que refere:

·         Aos retroativos das progressões referentes aos anos de 2018 a dezembro 2021;

·         Das horas de trabalho extraordinário em dívida, que têm vindo a acumular desde 2022, face à carência de enfermeiros e à ausência de um mecanismo de pagamento automático;

·         Ao que se somam as dívidas da Ex ARSLVT que estão por pagar desde 2023 e retroativos da correção de injustiças dos enfermeiros especialistas.

Além disso criou novos problemas, ao “apagar” horas trabalhadas nas unidades de Cuidados de Saúde Primários e por não corrigir irregularidades na Avaliação do Desempenho, a exemplo da eleição da Comissão Paritária, eleita sem que os enfermeiros dos Cuidados de Saúde Primários e do Hospital do Outão pudessem participar.

Os enfermeiros decidiram decretar greve e concentração à porta do Hospital São Bernardo, para exigir a correção destas situações, que consideram intoleráveis e que afastam enfermeiros da instituição quando existe uma grave carência

Nota enviada aos media a 1 de junho de 2026