14 Agosto, 2019
Foi publicado o Texto Consolidado do CCT da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada com o SEP em 29 de junho de 2019 que sucede ao de 2010 e que integra as sucessivas revisões que se produziram em 2016 e 2018.

 

Sendo um “contrato de mínimos” o mesmo não pretende ser, nem poderia ser, o resultado final. Face à abrangência do mesmo e por se aplicar tanto em unidades hospitalares de pequena dimensão, como a outras, de maior dimensão, a presente Convenção constitui-se como o inicio de um processo de construção que se espera os enfermeiros venham a desenvolver.

Para que tal possa acontecer é fulcral “utilizar” os direitos deste “instrumento” agora republicado.

Por outro lado, foi também publicada a Portaria de Extensão (242/2019 de 1 de agosto) deste CCT, o que permitirá a aplicação do mesmo, aos enfermeiros não sindicalizados e às Instituições não associadas da Associação Patronal.

Havendo um universo de 1919 enfermeiros nessas unidades, constata-se o aumento, em relação ao ano anterior de mais 268 enfermeiros no setor.

Houve também, um aumento apesar de ligeiro, do número de enfermeiros homens em relação à percentagem do ano anterior (mais 0,7%).

Constata-se que em relação ao ano transato (2018) só 44,1% das empresas praticavam vencimentos superiores aos da Convenção o que é inferior em 7,9%, em relação aos anos anteriores.

Assim e com a aplicação desta portaria de extensão haverá um aumento salarial de 2,1% para os que recebem abaixo do estabelecido na convenção publicada em junho e de 1,1% para os restantes em relação a um período de 11 meses.

Por último é nítido que o mercado de emprego neste setor da Hospitalização Privada aumentou, estando 55,9% de trabalhadores enfermeiros, com remunerações base mais baixas do que as que se estabeleceram no CCT da APHP.

Foi também por eles que se acordou fazer a publicação da Portaria de Extensão.

 

Pela Direção